Submarino alemão U-513 que afundou na 2ª Guerra Mundial é encontrado em SC

 - Por Tony Zucco - 
O submarino alemão de prefixo U-513, que afundou na costa de Santa Catarina em 19 de julho de 1943, durante a 2ª Guerra Mundial (1939 a 1945), foi localizado a 75 metros de profundidade por pesquisadores do Instituto Kat Schurmann e da Universidade do Vale do Itajaí (Univali). 

A família de pesquisadores Schürmann encontrou na quinta-feira 14/7, no Litoral Norte de Santa Catarina, o submarino alemão U-513, naufragado em 19 de julho de 1943. Ele foi encontrado a 75 metros de profundidade. Foram dois anos de buscas até encontrar a embarcação nazista conhecida como Lobo Solitário.
O comunicado foi feito via satélite na noite de quinta-feira direto do veleiro  Aysso pelo velejador e capitão da expedição, Vilfredo Schürmann.

De acordo com dados preliminares, o submarino foi localizado em uma área próxima a São Francisco do Sul, no litoral norte do estado, por volta das 22h de quinta-feira (14/7). As buscas duraram cerca de dois anos.
Submarino da classe U-Boat alemão anteriormente localizado.
As prospecções na região se intensificaram há seis dias, depois de firmado um convênio de cooperação entre o Instituto Kat Schurmann e a Fundação Universidade do Vale do Itajaí. Segundo os pesquisadores, 11 submarinos alemães afundaram na costa brasileira na 2ª Guerra Mundial.

A Univali informou que vários grupos de arqueologia subaquática desenvolvem trabalhos de pesquisa na região. O objetivo é buscar dados e informações que levem ao local dos naufrágios. 

HISTÓRIA DE AVENTURAS

A história do submarino alemão U-513 (a letra "U" é de Untersseboot) foi um fato marcante da Segunda Guerra Mundial que é desconhecido de muitos brasileiros. Faz parte de histórias de filhos de colonos catarinenses que serviram no exército alemão, pois na época da 2ª Guerra Mundial se encontravam na Alemanha estudando, e de catarinenses que lutaram na guerra. 

A Europa havia se transformado em um sangrento teatro de operações de guerra. De um lado, americanos, ingleses e russos, procurando o apoio de aliados, entre os quais o cobiçado Brasil. Do outro lado, as “forças do Eixo”, formadas pela Alemanha, Itália e Japão.

O Brasil custou a decidir-se: apoiar quem ?

Getúlio Vargas exercia nosso governo de forma ditatorial. Por isso, e até sugestionado por membros influentes do seu governo, como Filinto Muller, manifestava velada simpatia por Hitler, que também usava de plenos poderes na Alemanha.


Mas a pressão americana pela conquista do Brasil como aliado foi mais forte. Quando os americanos resolveram financiar a construção de uma siderúrgica no Brasil, antigo sonho de Vargas, não houve mais dúvidas. Ele cedeu território para a instalação de bases americanas no norte do país, cortou relações diplomáticas com a Alemanha e acabou declarando guerra aos países do Eixo.

Em represália, dezenas de navios mercantes, brasileiros e de outras nacionalidades, foram afundados em nossa costa, torpedeados por submarinos alemães. E assim o Brasil foi envolvido na “Batalha do Atlântico”, muito antes de mandar seus pracinhas da FEB para os campos de batalha italianos.

Submarino U-Boat em ataque

SUBMARINOS ALEMÃES X AVIÕES MARINER ALIADOS

Preocupado com a rota que os navios mercantes faziam na costa da América do Sul, transportando mantimentos e produtos para fabricação de armas bélicas. Hitler chamou seu homem de confiança, Almirante Karl Dönitz, e lhe deu a incumbência de atacar, com submarinos, as embarcações consideradas inimigas na costa brasileira. Ressalvou, porém, que nenhum ataque seria feito nas costas da Argentina e Chile, países considerados neutros e, por isso, amigos.
Muitos submarinos, conhecidos como U-Boats, foram então deslocados para o Atlântico. 
Eram do tipo IX-C, também chamados de "oceânicos", pois tinham uma autonomia de 25.000 Km, o suficiente para cruzar o Atlântico desde sua base na França ocupada, até a costa brasileira, realizando ataques e retornando. Não só alemães, mas também italianos. As costas do Brasil passaram a ser invadidas por missões nazistas dos U-Boats 128, 161, 164, 199, 507, 513, 590, 591, 598, 662 e também pelo italiano Arquimede.

O submarino U-513 atuou nos mares do Brasil
Dois deles, em especial, incumbiram-se de aterrorizar os mares do sul do Brasil: o U-199 e o U-513, este último presença constante na costa catarinense.

A missão dos alemães era extremante fácil de ser realizada. A imensidão da nossa costa dava tranqüilidade aos submarinos, que emergiam em locais estratégicos para se abastecer de água potável.. 

Conta-se que o U-513 tinha um destes pontos de abastecimento na Ilha de Santa Catarina, na Praia de Armação, onde havia sido instalada, em 1939, uma estranha “fábrica” de óleo de baleia por um cidadão estrangeiro mais estranho ainda.
Já o abastecimento de combustível dos anfíbios era feito por submarinos apoiadores, que ficavam em alerta entre as costas brasileira e européia.

Não demorou para que os norte americanos viessem nos auxiliar no patrulhamento do Atlântico, o que foi feito pela marinha de guerra americana e por aviões.

SUBMARINO U-513

Um submarino alemão que infernizou a vida da marinha mercante no litoral brasileiro durante a segunda guerra mundial foi o U-513, que atuava no litoral sul do nosso país.
O U-513 foi construído no estaleiro Deutche Werft em Hamburgo, lançado ao mar em 10 de janeiro de 1942.
Dele, se fez um documentário, que foi exibido pela RBS/TV de Santa Catarina. A presença dos submarinos na costa do Brasil foi uma dura realidade, mas criou lendas e mitos.

Em Blumenau circulavam notícias à boca pequena, dando conta de que muitos espiões iam e vinham nestes submarinos, preparando o campo para a futura base alemã em que seria transformado o Vale do Itajaí, se Hitler ganhasse a guerra

A BATALHA DO ATLÂNTICO

Naquela manhã do dia 19 de julho de 1943 as correntes marítimas que vinham do pólo sul tornavam gélida a superfície do Oceano Atlântico, nas imediações da costa de Santa Catarina.
O vento forte que cortava os ares não foi empecilho para que a um avião Mariner, anfíbio da marinha norte americana, realizasse intensas operações de patrulhamento, buscando localizar submarinos inimigos. 

Três dias antes, um navio da marinha mercante americana, o “Richard Caswell”, de 7.177 toneladas, transportando tungstênio e magnésio de Buenos Aires para Nova York havia sido torpedeado e afundado pelo submarino alemão U-513, no mar territorial brasileiro, a poucas milhas da costa catarinense, entre Florianópolis e São Francisco do Sul.

UM HERÓI ALEMÃO NO COMANDO DO U-513

Herr Friedrich Guggenberger, comandante do submarino U-513
O submarino U-513 era comandado por Friedrich Guggenberger, nascido em Munique, que assumira o comando da embarcação em maio de 1943. Guggenberger tinha apenas 29 anos e sua tripulação, de  53 membros, era bem mais jovem. Foi um herói alemão, condecorado por Hitler com a Cruz de Ferro por ter abatido um porta-aviões do Reino Unido.

Na sua missão o U-513 foi afundando, torpedeando, causando terror no Atlântico Sul.

No dia 21 de junho de 1943 ele torpedeou o navio Veneza, de nacionalidade sueca.
Quatro dias depois atacou o Eagle, dos Estados Unidos, que não afundou mas ficou bastante avariado.
Prosseguindo na sua missão, o U-513 afundou, no dia 1º de julho de 1943, o navio mercante brasileiro “Tutóia”, de 1.125 toneladas, pertencente à Cia. de Navegação Lloyd Brasileiro.

O ATAQUE AO S.S TUTÓIA

O U-513 atacou o navio S.S. Tutoia em 30 de julho de 1943
Na noite de 30 de junho 1943, o cargueiro S.S. Tutoia, de 1125 toneladas, propriedade do Lloyd Brasileiro navegava no litoral sul de São Paulo, de Paranaguá (PR) ia a Santos (SP), tendo a bordo 37 tripulantes e 750 toneladas de carga, incluindo partidas de carne salgada, café, batata, chá-mate e madeira. Sob o comando do capitão Acácio de Araújo Faria, viajava com suas luzes apagadas para despistar os nazistas, na altura da ponta da Jureia, em Iguape (SP), quando, perto da 1 hora da manhã, foi avistado pelos vigias do submarino alemão U-513.

Chamado à ponte do tombadilho de comando externo, o capitão Guggenberg enviou, em sinais de lâmpada-morse, ordem para que o navio mercante diminuísse a marcha e acendesse as luzes para identificação. Acreditando que era um navio de guerra brasileiro ou aliado, o comandante Faria atendeu ao pedido, recebendo em troca um torpedo que explodiu à meia-nau, na altura da ponte de comando e que o matou. O antigo Tutoia quebrou-se em dois, arqueou em seguida e desapareceu nas coordenadas 24º43’S – 47º19’30” W, posição anotada no diário de bordo do submarino e que difere da posição oficial (24º40’S – 47º05’W). 
Uma baleeira e duas balsas foram as únicas opções dos 30 tripulantes sobreviventes deste ataque, onde sete pessoas morreram, 
entre eles o comandante Acácio de Araújo Faria.
Uma balsa chegou à praia da Jureia, em Iguape, sul de São Paulo, e outra atingiu o litoral paulista, enquanto que a baleeira foi rebocada por uma embarcação até Santos (SP).
O navio Elihu Washburne, afundado pelo U-513 em 3 de julho de 1943
No dia 3 de julho de 1943 o U-513 colheu mais um triunfo. Afundou o navio americano Elihu Washburne, de 7.176 toneladas. Depois foi a vez do Incomat, de nacionalidade inglesa e, finalmente, no dia 16 de julho, afundou na costa catarinense o Richard Caswell, navio de bandeira norte americana, de 7.177 toneladas.

Enquanto estas missões nazistas eram bem sucedidas no Atlântico Sul, porque os submarinos atacavam de surpresa e desapareciam rapidamente nas águas do mar, aconteceu um fato que iria mudar o rumo da história.

A SITUAÇÃO SE REVERTE

Os aliados possuíam um sistema para detectar a presença de submarinos submersos. Era o ASDIC – Allied Submarine Detection and Investigation Committee, ou Sonar, que captava a presença de um submersível através da freqüência de áudio. O “bip” que o caracterizava era o terror dos submarinos. Esta técnica, porém, era inútil contra os submarinos que disparassem torpedos da superfície. Por isto, seus comandantes receberam instruções para efetuar a imersão e atacar à tona d’água.
O "sonar" e o "radar centimétrico" ajudaram a localizar os submarinos alemães
Em maio de 1943 o cientista britânico John Sayen anunciou a descoberta de um novo sistema de radar, o “radar centimétrico”, munido de ondas curtas e com tamanho compacto suficiente para ser instalado em aviões. Com ele, os aviadores podiam agora localizar o alvo, como no caso dos submarinos alemães, desde que “estivessem na superfície”. 
Agora, não havia escolha: submerso, o submarino era descoberto pelo sonar dos navios aliados. Na superfície, era o radar centimétrico dos aviões que o denunciava.

Localizado o submarino inimigo, e se este submergisse, o ataque era feito pelos aviões com cargas de profundidade, utilizando-se bombas em forma de latas de tinta, que explodiam com a pressão da água. Era o começo do fim dos submarinos alemães no Atlântico Sul.


O AFUNDAMENO DOS SUBMARINOS ALEMÃES

- Em 17 de maio de 1943 foi afundado o U-128, a 32 milhas da costa de Alagoas, por aviões Mariner americanos e pelos destróieres ingleses Moffet e Jovett.

- O temido U-199 foi atacado e afundado em 31 de julho de 1943 ao largo da Praia de Maricás – Rio de Janeiro, por um avião PBY Catalina A28 Hudson e por um avião 74P-7 Mariner.

- O U-590 recebeu carga mortal em 09 de julho de 1943, quando foi atacado por um avião Catalina PBY-3 – Esquadrão PV94, ao largo do litoral do Amapá. Em alto mar.

- Em 21 de julho de 1943 foi afundado o U-662, atacado por um avião Catalina VP 94, ao largo do litoral do Amapá.

- O U-598 não resistiu ao ataque de um avião UB-107 B12 e de 2 Mariners, 107-B6 e 107-B8, a 60 milhas do Cabo de São Roque, litoral do Rio Grande do Norte, em 23 de julho de 1943.

- Em 30 de julho de 1943 foi a vez do submarino U-591 ser afundado por um avião Ventura do Esquadrão VP-127, a 33 milhas do Recife. Em pouco tempo, todos haviam sido eliminados.

Mas quais teriam sido realmente destruídos ?

Um dos mais conhecidos artifícios dos capitães de submarinos era lançar destroços e óleo pelos tubos de torpedos, de modo a enganar os navios de patrulhamento, simulando assim seu afundamento. De alguns têm-se o registro de fotos e depoimentos de tripulantes que sobreviveram. Outros, podem ter mudado de rumo e abandonado o local, mesmo seriamente avariados. Porque nunca se localizou destroços de nenhum submarino afundado em nossa costa.

O U-BOAT 513 É DESTRUIDO

Ele teve seu trágico fim no dia 19 de julho de 1943. Três dias antes o U-513 havia afundado o navio Richard Caswell na costa catarinense.
Segundo alguns historiadores, o Comandante Guggenberger cometeu um erro naquele dia, ao conversar longamente pelo sistema de comunicações com o Comando de Submarinos na Alemanha, mais precisamente com Karl Dönitz. 

Ele pediu o envio de mais unidades para reforçar o trabalho na área e esta transmissão foi interceptada e a posição do U-513 foi determinada no litoral catarinense: 90 milhas da costa, ao norte da Ilha de Santa Catarina e próximo a São Francisco do Sul. 
Naquela manhã um avião Mariner realizava patrulha pela área em que o navio Richard Caswell havia sido torpedeado, nas proximidades de Florianópolis.

Durante o vôo foi feito um contato pelo radar e identificado, pelo binóculo, um submarino. 

Era o U-513 ! 
O navio USS Barnegat - AVP-10
Para caçar a embarcação inimiga, as forças aliadas enviaram para a base de Florianópolis um esquadrão de hidroaviões PBM-3D Martin Mariner do esquadrão VP-74 e o navio-tender americano USS Barnegat - AVP-10.
Hidroaviões PBM-3D Martin Mariner do esquadrão VP-74
No dia 19 de julho de 1943, o submarino foi localizado e atacado pelo comandante Roy S. Whitcomb com duas cargas de profundidade, que explodiram sobre a embarcação. 
O avião atacou e o U-513 respondeu com fogo antiaéreo, disparado do canhão localizado no seu convés.
O Martin PMD 3B pilotado por Roy S. Whitcomb, que afundou o U-513.
Note as duas imagens de submarinos destruídos ao lado da fuselagem
O avião lançou 6 bombas. As explosões ergueram o submarino sobre a água, fazendo-o afundar de proa em menos de um minuto. Na superfície ficaram destroços, uma grande mancha de óleo e 20 sobreviventes debatendo-se no mar. Apenas 7 foram resgatados, entre eles o Comandante Guggenberger, que depois foi levado para os Estados Unidos para ser inquirido.

Bombas MK-44 atingem o submarino
46 tripulantes morreram. Foi o fim do U-513, o submarino que infernizou a vida das embarcações nas costas do Brasil e de Santa Catarina durante a segunda guerra mundial.

COMANDANTE GUGGENBERGER E O SEU TRÁGICO FIM DE VIDA

Cartão postal pessoal do comandante do U-513, Friedrich Guggenberger.
Com o afundamento do seu submarino, a carreira do comandante Friedrich Guggenberger não terminou. Pelo contrário, durou ainda muito tempo. 
Campo "Papago Park", no Arizona - USA, onde ficou preso o comandante Guggenberger
Depois de ficar à deriva no mar, foi recolhido pelo navio norte americano US Barnegate. Ferido gravemente, foi levado aos Estados Unidos e durante vários meses permaneceu em um hospital, sendo transferido depois para o campo de “Papago Park”, perto de Phoenix, no Arizona. Em 23 de dezembro de 1944, ele e mais 24 tripulantes de U-Boats, incluindo Hans Werner Kraus, do U-199, escaparam.

Guggenberger foi recapturado em janeiro de 1945, quando já estava próximo à fronteira mexicana. Certamente pensava em abrigar-se no Paraguai ou Argentina, onde os nazistas encontravam guarida segura. Foi libertado pelos Estados Unidos em agosto de 1946.Tornou-se arquiteto e regressou à Marinha Alemã em 1956. 


Depois, graduou-se no Colégio Naval de Guerra de Newport, nos Estados Unidos. Durante quatro anos foi contra-almirante da NATO ( OTAN – Organização do Tratado do Atlântico Norte), até que aposentou-se, em 1972

Em maio de 1988 Friedrich Guggenberger entrou em uma floresta, perto de sua casa na aldeia de Erlenbach am Main, na fronteira noroeste da Baviera. Era um passeio, mas o ex-comandante sumiu. Estava com 75 anos. Seu corpo só foi encontrado dois anos depois.

Até hoje, a morte de Guggenberger continua envolta em mistério. Mistério que cerca, também, a história dos submarinos alemães que navegavam pelas águas do Atlântico sul.

O RESGATE DA HISTÓRIA

Depois de mais de 60 anos um grupo de aventura internacional brasileiro, chamado de "Família Schurmann" começou uma incrível jornada para encontrar o mais importante tesouro de Hitler em águas brasileiras: O U-513. 
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FICHA TÉCNICA DO SUBMARINO ALEMÃO U-513
Ordem de fabricação: 14 de fevereiro de 1940 
Construção: 26 de abril de 1941 Deutsche Werft AG, Hamburg (werk 309) 
Lançamento: 29 de outubro de 1941 
 Encomendado: 10 de janeiro de 1942 Korvkpt. Rolf Rüggeberg 
Comandantes: 
10 de janeiro de 1942 - 14 de Maio de 1943 - Rolf Rüggeberg 
15 maio, 1943 - 19 de julho de 1943 - Kptlt. Friedrich Guggenberger (Knights Cross) 
Carreira: 
4 patrulhas 
10 de janeiro de 1942 - 31 de agosto de 1942 4. Flottille (formação) 
1 de setembro de 1942 - 19 de julho de 1943 10. Flottille (barco da frente) 
Sucessos seis navios afundados para um total de 29.940 toneladas de arqueação bruta 
2 navios danificados para um total de 13.177 toneladas de arqueação bruta 
Fate: 
Afundado 19 jul 1943 no Atlântico Sul a sudeste de São Francisco do Sul - Santa Catarina - Brasil, na posição 27.17S, 47.32W, por cargas de profundidade de um avião Mariner EUA (VP-74/P-5). 46 mortos e 7 sobreviventes.

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